sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO



Tentação: sf (lat tentatione) 1 Ato ou efeito de tentar. 2 Impulso íntimo dirigido para o pecado, originado dos instintos inferiores ou da malignidade do tentador. 3 Apetite ou desejo violento. 4 Rel Indução para o mal, por sugestões do diabo ou da sensualidade. 5 Pessoa ou coisa que tenta. sm pop O diabo. T. de Jesus: tentação tripla, de gula, orgulho e idolatria, a que se sujeitou Jesus no deserto, para mostrar sua condição humana; narrada no Evangelho (Mateus, 4, 3-11; Lucas, 4, 3-13).

Acredito que uma das maiores lutas que enfrentamos seja a tentação. E quando digo nós, me refiro aos separados e remidos e aqueles que virão a ser. A tentação é comum a todos os servos, todos são tentados no dia-a-dia. Nos é garantido pelo Senhor, que todas elas são suportáveis; nenhuma tentação é superior às nossas forças. (veja: 1Co 10.13)

Gostaria de compartilhar com vocês algo a respeito da tentação de Jesus. Muitos dizem assim: Ahhhh, mas Jesus só conseguiu vencer a tentação porque era filho de Deus. Meus queridos, não podemos esquecer que naquele momento Jesus estava na terra 100% como homem. O Verbo se fez carne e habitava com o povo, e estava sujeito a todas as coisas também. Estudando um pouco mais sobre a vida de Jesus percebemos uma sequência interssante até o momento da tentação. No capítulo 3 de Mateus vemos Jesus sendo batizado por João Batista. Naquele momento ele foi cheio do Espírito de Deus. Logo no início do capítulo 4 versículo 2 diz que Jesus tinha jejuado 40 dias quando teve fome. Percebemos que no momento da tentação Jesus estava numa busca constante pelo Pai. Ele estava capacitado para aquilo. A soma da santidade, oração, comunhão, jejum e conhecimento da palavra resultaram na vitória de Cristo. Devemos nos capacitar DIARIAMENTE para quando formos tentandos (e acredite: seremos muito!) possamos sair vitoriosos como Jesus.

A oração fortalece-nos contra a tentação. A Bíblia diz em Marcos 14:38 “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.”

Porque ovelhas não chafurdam

Era uma vez uma ovelinha que, junto com sua mãe, passava em frente de um chiqueiro todos os dias a caminho do pasto. Os porcos se divertiam tanto rolando na lama que num dia de muito calor a ovelinha pediu à mãe que a deixasse pular a cerca e chafurdar na lama fresca.
A mãe respondeu que não. A ovelinha fez a clássica pergunta: “Por que não?” A resposta foi simples: “Porque ovelhas não chafurdam.”
A ovelinha não se contentou. Achou que a mãe havia feito pouco caso dela e abusado de sua autoridade quando não devia. Assim que a mãe se afastou, a ovelinha correu para o chiqueiro e pulou a cerca. Sentiu a lama fria em seus pés, suas pernas e barriga. Pouco depois achou que já era hora de voltar para junto da mãe, mas não conseguiu! Estava presa!
Lama e lã não combinam. Seu prazer havia se transformado em prisão. A ovelinha estava desesperadamente presa em consequência de sua tolice. Ela pediu socorro e foi resgatada por um lavrador caridoso.

Depois de ter sido limpa e estar de volta ao aprisco, a mãe relembrou: “Não se esqueça de que ovelhas não chafurdam!”

O mesmo acontece com o pecado. Parece tão gostoso, tão fácil de ser abandonado quando bem entendermos. Mas não é assim! Os prazeres nos aprisionam. Os cristãos não devem chafurdar (2 Pedro 2:14-22)

“Bem-aventurado o homem que suporta a provação; porque, depois de aprovado, receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu aos que o amam.” Tiago 1:12

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